Linotipo, Linotipia, Linotype,…

La Linotipo, para la composición tipográfica mecánica en caliente.

linotipo-baja.jpg

A veces me parece increíble, que estas máquinas hicieran lo que hacían.

Mi suegro era mecánico de maquinas de escribir y sumadores, yo lo veía meter pinzas y pincitas, entre unos líos de piezas mecánicas, que parece increíble que sumaran.

Hoy en día todo esto nos parece raro, alejado de nuestro tiempo. Sobre todo para los más jóvenes que no conocen este tipos de máquinas.

Yo conocí a linotipistas en el diario donde trabajaba. Acá hay un articulo del diario La Razón, de un linotipista, y es tal cual me lo contaban.

Mi compañero del diario, que fue mi jefe durante un tiempo, era unos cuantos años mayor que yo.

Era una persona, que si hubiera podido, se hubiera comprado una linotipo para tener en su casa. Adoraba su oficio, odiaba los ordenadores, y un poquito,… a todos los que habíamos venido con ellos. Eramos los enemigos que le habían quitado eso que el tanto quería,… su oficio.

Tuvo la oportunidad de reciclarse, pero se negó. Lo tuvieron en el diario haciendo cosas como revelar, etc., hasta que llego un momento que no hubo más nada que hacer. Hoy en día no se que estará haciendo, pero seguro que esta recordando, añorando aquellos tiempos y contándole a quien se le cruce, cuando el era Linotipista. ¡¡¡Volvé linotipo, volvé!!!, gritaba Amarillo en broma cuando se colgaba algún equipo, o algo salia mal “por culpa de un ordenador”.

~o0o~

31 comentarios en “Linotipo, Linotipia, Linotype,…

  1. Eu sou um linotipista.
    Tenho em meu coração o calor e as marcas deixadas por chumbadas “calientes”, inesperadas, rápidas e inspiradoras da necessidade de se manter alerta e determinado.
    Esteja eu, no silêncio de minh´alma, no trânsito louco de uma avenida ou no murmurar da Praia do Mar Grosso – São José do Norte, e lá estará o som gostoso, poético e dilacerante dos estampidos das matrizes a acomodarem-se no magazine, de onde sempre saem alegres e para onde sempre voltam felizes pela fecundação harmoniosa de uma nova linha a gritar o amor que o ser humano tem pelas palavras.
    Este sou eu, tão triste quanto um soldado que perdeu de vez a guerra… As linotipos pararam. Ah, mas a felicidade impera… E por este espaço sideral, sempre alguém me fará lembrar de minha velha linotipo.
    Obrigado!

  2. Eu sou um linotipista.
    Tenho em meu coração o calor e as marcas deixadas por chumbadas “calientes”, inesperadas, rápidas e inspiradoras da necessidade de se manter alerta e determinado.
    Esteja eu, no silêncio de minh´alma, no trânsito louco de uma avenida ou no murmurar da Praia do Mar Grosso – São José do Norte, e lá estará o som gostoso, poético e dilacerante dos estampidos das matrizes a acomodarem-se no magazine, de onde sempre saem alegres e para onde sempre voltam felizes pela fecundação harmoniosa de uma nova linha a gritar o amor que o ser humano tem pelas palavras.
    Este sou eu, tão triste quanto um soldado que perdeu de vez a guerra… As linotipos pararam. Ah, mas a felicidade impera… E por este espaço sideral, sempre alguém me fará lembrar de minha velha linotipo.
    Obrigado!
    ————————————————————
    Trabalhei por quinze anos na Gráfica Diário Popular, Pelotas/RS – a Princesa do Sul.
    Após esse período, fiz uma negociação com a empresa e eles me indenizaram, parte em dinheiro, outra parte uma Linotipo.
    Com minha Linotipo trabahei por mais quinze anos, quando para meu desespero queimou uma de suas resistências. Era o ano de 2002. Exatamente trinta anos após meu início como linotipista profissional. Nunca mais consegui recuperá-la…
    Hoje, infelizmente, recebo pressão familiar para vendê-la, pois precisamos do espaço por ela ocupado. Mal sabem que um bom pedaço de mim irá junto… Se não, todo!
    Mas, chega de lamúrias.
    Se você souber de alguém capaz de livrá-la de ir para o ferro-velho, alguém interesado em comprá-la, diga-lhe que estou aberto a negociações.
    Paro por aqui, para liberar minhas lágrimas de emoção…

  3. Alberto,
    eu não esperava receber uma resposta de ti. Fiquei contente e acredito que está nascendo uma nova amizade.
    Não falo espanhol, mas nossos idiomas são oriundos do latim, por isso fica fácil nos entendermos, salvo alguns tropeços.
    Pouco uso o Google, mas hoje fui feliz ao pesquisar sobre Linotipo e acabei encontrando alguém contaminado pelo encanto dessa máquina que, em muitos, deixou saudade por sua eficiência, resistência e poesia.
    Gostaria de saber em que país vives dessa nossa América Latina. Ou és espanhol?
    Um abraço bem cinchado, tchê!
    ————————————————————
    Antonio Luiz MUNHOSO
    almunhoso@bol.com.br
    munhoso53@gmail.com

  4. Ao prezado colega de profissão Antõnio Luiz Munhozo:
    Caríssimo,
    Estava eu passeando na Internet e, de repente, lembrei-me de recordar uma máquina na qual passei mais de 30 anos trabalhando, varrando as madrugadas, para que o público em geral pudesse, nas manhãs em casa, ler os matutinos. A grande maioria das pessoas não conhecem esta máquina maravilhosa, que revolucionou a imprensa no princípio do século 20, proporcionando o aparecimento do jornal diário, graças à inteligência de um gênio alemão, Ottmar Mergenthaler. Infelizmente, nem os jornalistas de hoje, sabem que esta máquina possibilitou o surgimento da profissão deles. Como o aparecimento da informática, tive que me reciclar, para poder sobreviver, mas, em momento nenhum, esqueço da minha saudosa linotipo (prefiro mais a Intertype).
    Receba um abraço fraterno do seu colega
    Sylvio

  5. Caro Amigo Antonio Luiz, me junto a vc no saudosismo intrigante que esta máquina maravilhosa pode nos deter maravilhdos. Tanto que depois de anos a procurei no google algumas vezes, como neste momento. Cursava eu linotipia na Escola de Artes Gráficas da Imprensa Nacional, no último ano por motivo de força maior me desliguei do curso. Os quatro anos que passei como aprendiz me fez uma lembrança saudável desta bela e importante senhora, já que ela nos fala, nos faz amá-la. Ainda guardo na mente o texto da tragetória da matriz: O linotipista aciona a tecla, a matriz se desprende do magazine, indo à correia do plano inclinado, daí ao componedor.Este entrega a linha de matrizes à cabeça do 1º elevador. O elevador desce à fundição, após a fundição do lingote o elevador sobe ao topo de transferência,onde o tranferidor passa as matrizes ao prisma do segundo elevador. O elevador sobe ao topoe de transferência onde o transferidor entrega as matrizes ao prisma onde o alçador do boxe suspende uma a uma, entregando-as ao parafuso sem fim que as leva até ao respectivo canal no magazine.São 47 anos que guardo mentalmene o que descrevi. Numa empreza, vi quebrarem a marreta uma destas máquinas para descarte, senti uma mágoa e peguei o teclado que hoje o mantenho em casa. Abraços aos amigos LINOTIPISTAS.

  6. Alo, Joaquim Machado!
    Somente hoje tive a felicidade de ver teu texto na Internet.
    Agradeço tuas palavras e a partir de hoje vou começar a navegar mais seguido. Várias pessoas escreveram sobre nossa Linotipo. É muito gratificante saber que não estamos sozinhos nesse amor aquecido por chumbo derretido; amor acalentado ao som metálico das matrizes no componedor; amor perpetuado em palavras de denúncia, incentivo, constatação, pesquisa e poesia editadas por simples reporteres ou grandes escritores. As Linotipos pararam… Seu grito, não.

  7. Sylvio Nonato da Silva, falaste uma palavra poderosa nos tempos atuais: reciclar. Tens razão, meu amigo Sylvio, precisamos nos reciclar permanentemente sob pena de sermos tragados por esse progresso cruel e desestabilizador. Mas, que felicidade senti ao ler tua mensagem com relação as Linotipos. Isso fortalece minha luta contra meu próprio sangue que teima em querer mandar minha Linotipo para o ferro velho… mal sabem eles que irei junto.
    Um abraço e até breve.

  8. Meu Deus, como este mundo é bom! Eu fui as lagrimas quando li aquela carta divulgada sobre a linotipo, o meu coração quase parou.
    Sou linotipista a mais de 40 anos, sofri com alegria, hoje no anonimato, estamos ai tentando salvar a dignidade da tão famosa e esquecida e desconhecida linotipo. Precisamos e muito divulgar como parte da historia o heroismo desta grande inveção que dia cai no ostracismo. Vamos lutar ferozmenteem prol deste patrimonio historico que ultrpassou as decadas e ainda na era dos fenomenais computadores esta ai. abraço a todos os linotipista do mundo.

  9. Xavante Munhoso na área… Gol do Brasil!
    Veja meu blog, especialmente o dia 03 de abril de 2009, “Carta Aberta a Deus pai”.
    ……………………………………

    O Labor do Linotipista

    São 6hs da manhã, como primeira tarefa, ligo o interruptor da caldeira e deixo a energia elétrica fluir através dos fios qual sangue em minhas veias. Esse impacto energético aloja-se no conjunto de seis resistências existentes no interior da caldeira que aconchega o chumbo, momentaneamente sólido. A partir de agora, por cerca de uma hora e meia, essa intimidade deve ser respeitada.

    Sei que saco vazio não para em pé, então, vou tomar meu café…

    Volto em seguida, pois o tempo corre qual notícia triste, e começo os preparativos de meu dia de trabalho.

    Nesse momento, minhas mãos são de uma negritude africana a lembrar um navio negreiro. É esse pó suave com a valiosa função de lubrificar os espaçadores. Grafite, quem diria, grafite fará com que o funcionamento de algumas peças da linotypo deslizem como crianças em carrinho de rolimã. Um espirro alerta-me do cuidado que devo ter ao lidar com tal elemento.

    Passo a seguir a lubrificar o restante da máquina; agora uso óleo para afagar cada peça que dele necessitar. A primeira vista, parece ser uma tarefa de menor importância, ledo engano, dessa ação depende todo o desempenho dessa briosa máquina.

    Verifico, ainda, se tenho chumbo suficiente para dar cabo de toda a tarefa programada para o dia que ora inicia. Nesse momento, passo a cuidar da bomba que injetará a liga metálica que fundirá as linhas, limpando-as e lubrificando-as cuidadosamente. Por uma questão de justiça, devo ressaltar que essa liga metálica é composta de chumbo, o elemento mor da composição; antimônio, numa proporção de 6%, que lhe dará a resistência necessária para enfrentar a impressora no momento de dar vida as mensagens a transmitir; e cerca de 1/3 de estanho, esse com a função de malear a liga, como uma mãe, que intervém na briga dos filhos sem determinar vitória ou derrota, apenas ressaltando a necessidade da união. Posso estar errado nas proporções… Todavia, a idéia está correta.

    Eis que a máquina dá um sinal. O chumbo derreteu. O calor contagia. Tudo está de acordo. O teclado me chama…

    Espalmo minhas mãos… Meu sangue ferve… Sei que estou diante de uma máquina… Mas poderia ser uma mulher…

    Esse é um momento sublime… O tilintar das matrizes ao cair suavemente do magazine ao componedor, lembra-me São José do Norte/RS e sua praia oceânica num bailar ritmado e poético.

    Componho linha após linha como os passos de minha vida…

    A seguir, envio cada linha a próxima etapa… Eis que um ranger de ferro ritmado abocanha as matrizes e as leva de encontro ao chumbo, agora derretido qual lava de um vulcão despertando de seu descanso milenar.

    Essa fase assusta. Parece o fim do mundo… Ufa! As matrizes resistiram e surgem triunfalmente qual mata nativa após um incêndio. Devo salientar que todos os movimentos dessa máquina esplêndida, são coordenados pelo conjunto de excêntricos, um verdadeiro cérebro criado por um gênio chamado Ottmar Mergenthaler em 1883.

    Meu contato com as matrizes agora é visual e nesse momento rola uma sinergia estranha entre eu e elas. As matrizes têm como elemento principal o bronze; amarelas que são aguçam meu instinto de garimpeiro, pois vejo nelas o ouro que nunca tive e a riqueza que, com certeza, terei um dia…

    Numa harmonia inigualável as matrizes chegam ao distribuidor que as levará, uma a uma, ao canal receptor que as guardará até o instante em que um novo ciclo terá início; qual nossa humanidade, que se não tomar jeito, também cessará.
    Almunhoso 05050

    • Antonio, achei tão bonitas as tuas palavras. Conheci linotipia no jornal Diário de Sorocaba, em 1977, onde trabalhei como boy, arquivista de clichês e repórter. Fiz algumas provas de prelo para revisão e lembro de uma oficina quente do chumbo e da fraternidade do trabalho. Hoje existe um projeto em São Paulo, a http://www.oficinatipografica.com.br/, que tenta preservar e ensinar a arte. Está numa unidade do Senai, na Móoca. abraços gráficos e fraternos… carlos baptistella

  10. Xavante Munhoso na área… Gol do Brasil!
    Veja meu blog, especialmente o dia 03 de abril de 2009, “Carta Aberta a Deus pai”. Trata da dor, da agonia e da esperança desse Xavante dos Pampas do Rio Grande do Sul.
    …………………………..

    Das Mudanças Proporcionadas

    Não será exagero comparar o efeito da tecnologia da informática atual no mercado de trabalho dos gráficos de hoje (tipografia), com os tipógrafos, que nos idos de 1883 compunham um jornal, por exemplo, juntando tipo após tipo, numa tarefa exaustiva e demorada.

    Assim como agora, naquela época muita gente perdeu seu emprego ou, na melhor das hipóteses, teve que se reciclar. Visto que a nova e “moderna” máquina de composição mecânica, fazia o mesmo trabalho de composição com muito maior rapidez. Apenas um linotipista, executava a tarefa de cerca de dez tipógrafos, por melhor que esses fossem na arte de compor um texto.

    Do século IXX até meados do século XXI, as linotipos reinaram absolutas nos maiores jornais do mundo. Todavia, ainda hoje, essas máquinas teimam em desafiar a competição desenfreada por rapidez, menor custo, consciência ambiental e “soluções/problemas” que surgem a todo o instante.

    Em comparando a linotipo com um computador, de longe ela leva vantagem no quesito importância do profissional que opera essas duas máquinas revolucionárias. Enquanto nós tecladistas dos tempos modernos somos massificados nessa concorrência desenfreada por oportunidade de trabalho, os linotipistas de então eram profissionais especialmente considerados pelos desafios que a tecnologia da composição mecânica impunha na época.

    Outra vantagem a ressaltar ao processo gráfico das linotipos refere-se a época dos acontecimentos em si; eram tempos mais calmos; os profissionais assimilavam os conhecimentos com maior profundidade; um operador de linotipo conhecia cada parafuso de sua máquina, a menor diferença no som das engrenagens em sua rotação harmoniosa era percebida.

    Tudo isso, gerava uma sinergia entre o homem e o metal… Diferente de agora, quando os megabites nos transformam em seres sibernéticos… Bem, isso é outra história.
    Almunhoso 080509

  11. Alô amigos linotipistas do mundo (em especial Antonio Luiz):
    Estou a um bom tempo sem me comunicar com os demais “chumbadores” deste vasto mundo de Deus. Estive recentemente na Itália, mais precisamente em Pescara, no Abruzzo, visitando a terra onde meu avô materno nasceu, “un picolo paese chiamato Goriano Sicoli” e, durante as minhas andanças por Pescara descobri uma gráfica que, ainda hoje, funciona uma máquina Linotype em bom estado de conservação. Vocês não podem imaginar a minha sensação quando, autorizado pelo dono da gráfica, liguei a máquina. Meu coração quase “encepou”, tive que alçar o componidor e fechar a “mecânica” com medo de levar uma chumbada. Meu coração “empastelou” todo.

    Um abraço carinhoso do
    Sylvio

  12. Prezados amigos linotipistas:
    Somente por uma intensa curiosidade, gostaria de saber quantas linotipos ainda estão em atividades no Brasil. Se vocês puderem satisfazer a minha curiosidade, por favor, entre no meu sítio com esta notícia.
    Um abraço do
    Sylvio

  13. Meu pai foi linotipista. Tinha orgulho disso. Também trabalhei um pouco nesta máquina.
    Suficiente para saber que tinha teclado muito bom. Ninguém ficava com tendenite. Trabalhando muitas hoas por dia.

    • Por um acaso seu pai se chama Wanir Cesar Vieira? Se for ele é o famoso “Manga Rosa”, meu amigão do peito, irmão do Wanor, meu colega de Senai nos idos de 50. Gente da melhor qualidade. Entre em contato comigo.

  14. Tirei o meu curso de linotipista na Escola de Artes Gráficas do SENAI no Rio de Janeiro, no ano de 1963, quando então comecei a minha jornada como linotipista, trabalhei entre outros locais nos jornais Correio da Manhã, Luta Democrática, O Globo, e a revista O Cruzeiro, depois entrei para a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, onde fui trabalhar no ano de 1970 no Serviço de Artes Gráficas como linotipista, trabalhando numa linotipo modelo 31 com serra e lá permaneci por 10 anos quando, quando então o serviço foi modernizado e terceirizado, e as linotipos acabaram. Hoje já sou reformado como 1° sargento, mais sinto um grande vazio no meu peito quando lembro da minha linotipo, cortando as linhas de chumbo, as vezes até choro, já sonhei diversas vezes com o meu trabalho que era uma arte. Gostaria de propor a fundação de um clube de ex-linotipista.

  15. Gostaria de me manter informado sobre os linotipistas deste mundo. Por favor, se for um deles, entre em contato comigo no meu correio eletrônico (e-mail).

  16. O relato do funcionamento da máquina me arrepiou, vivi na pele esta verdade aqui em São Paulo, iniciei esta aventura em 1952 gráfica Mercúrio foi a primeira, Aparicio Bezerra meu professor, a vida começou para mim algumas editoras e jornais: Diário Comércio e Indústria, Diário Oficial de S. Paulo, Estadão e Diário Popular em SP. Também se chora de alegria por este passado.

  17. LA VERDAD QUE ME TRAJO BUENOS RECUERDOS VER UN LINOTIPO , MI PADRE ERA MECANICO DE ELLA EN UN DIARIO DE CORRIENTES ; YO LLEGUE JUSTO PARA LA TRANSICION HACIA EL OFFSET, TAMBIEN SOY GRAFICO, PERO LO MIO YA ES MAS DE LA NUEVA ERA, EN MIS COMIENZOS LLEGUE A TRABAJAR EN FOTOGRABADO, BIEN A LA ANTIGUA (CON ACIDOS,TURNETAS Y DEMAS COSAS).
    BUENO UN SALUDO A TODOS LOS GRAFICOS

  18. Antonio vc tem tudo na mão, uma historia,inteligência,e conteudo o que é mais importante.Junte tudo o que vc tem e pegue mais dos teus amigos e monte um museu em emmoria de uma profissão tão bonita.

  19. Con todo y que mi generación llego con las computadoras yo a los 13 años era aprendiz de un linotipista precisamente en un diario de villahermosa, tabasco, México del cual ya no recuerdo su nombre era una enorme y bonita maquina a la que no se le dejaba usar a cualquiera, requería ortografía, velocidad y muchas ganas para aprender.

  20. Sou um linotipista, o tempo passa e tudo fi ca para tras, somente a lembrança da linotipo ainda impera. quanto amor, quanto calor e quanta paixão.

  21. SEBASTIAO FERREIRA, sou um linotipista, na minha cidade ainda tem linotipo, que graça.
    ainda enfrenta os fenomenais computadores. Pois quem ama não se esquece.

    • LÉO DOS SANTOS, sou mecânico de Linotipo e também sou atual linotipista, trabalhei na Imprensa Nacional ate 1990. Moro em BRASÍLIA e tenho uma gráfica no entorno do DF, e tenho duas LINOTIPO em bom funcionamento fazendo trabalhos gráficos.

  22. ANTONIO DE OLIVEIRA CAMPOS, sou linotipista e mecânico de linotipo aposentado, trabalhei em vários jornais e gráficas de Minas Gerais, Goiás e São Paulo, sinto hoje depois de tantos anos trabalhando nesta máquina maravilhosa, que um pedaço de mim ficou para trás, quando ví os computadores substituirem a LINOTIPO em uma Gráfica especializada em Listas Telefônicas. Hoje moro em Patrocínio Minas Gerais e aqui existe uma gráfica que o dono é apaixonado por tipografia e me convidou para montar um museu de maquinas gráficas antigas e tem três Linotipos, duas mod. 31 e uma Cometa que ainda funcionam e eu estava montando quando fui acometido de um súbito enfarto e tive que parar de montár o museu até que os médicos me autorizem a voltar, mas fica aqui o registro de minha paixão por esta maravilhosa máquina que segundo um ex-patrão: “Se o homem foi a Lua, foi graças a existência da linotipo que compôs os livros adequados para o desenvolvimento do homem”

    • ANTONIO, como vai? Meu nome é LÉO DOS SANTOS, sou mecânico de Linotipo e também ainda atuo como linotipista, trabalhei na Imprensa Nacional ate 1990. Moro em BRASÍLIA-DF e tenho uma tipografia no entorno do DF, tenho duas LINOTIPO em bom estado de conservação e funcionamento, fazendo trabalhos gráficos, desejo manter contato meu e-mail é leodossantoscardoso@hotmail.com e também parabenizo por ter trabalhado com uma máquina fantástica.

  23. Fui linotipista durante 10 anos. Aprendi na Escola Salesiana Oficinas de S. José em Lisboa. Hoje sou proprietário de uma gráfica (Grifos – Artes Gráficas, Lda.) em que o chumbo não tem lugar. Mas, quase quarenta anos depois, ainda continuo apaixonado por aquela “oitava maravilha do mundo”, como a classificou o inventor da lâmpada incandescente. Só um relojoeiro poderia ter construído uma máquina com a precisão da Linotype.
    Comovi-me ao ler os diversos comentários, alguns poéticos, de ex-linotipistas que, como eu, sentiram o prazer de trabalhar com uma máquina que produzia sons tão diferentes entre si mas harmoniosos e indicadores do que cada secção fazia: ao silencioso e sensível teclado sobrepunha-se o cantar das matrizes que se aninhavam no componedor ao compasso da queda dos espaços; a fundição, com o som cavo e seco do encosto da caldeira à roda dos moldes, seguido da queda da linha no galeão ao mesmo tempo que fazia a transferência das matrizes do primeiro para o segundo elevador que, qual guindaste, as levava para a distribuição; aqui a música era outra com as matrizes a caírem no armazém, cada uma no seu sítio certo, ficando à espera de correrrem outra vez para o componedor, para dar início a uma nova linha.
    Que saudades!

  24. À quem possa indicar-me !!!
    Gostaria de adquirir um teclado da linotipo, se possível como relíquia.

    Fiz curso da linotipia no SENAI – S.P., trabalhava nos Diário Associados com aprendiz, em gráficas, no Estadão como mecânico, fui demitido quando mudou-se para a marginal Tiete, montei pequena gráfica e aposentei.
    Moro em Ilhabela – Litoral Norte.

    Meu gmail: kaodeola@gmail.com
    Fico grato se possível o atendimento!!!

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